Bom dia!
Há alguns meses que tenho escrito menos no blog.... As solicitações da prática terapêutica não param o que nem sempre permite ser tão assidua na partilha da intervenção aquática.
Mas o trabalho de formação, intervenção e consultadoria continua.... Em breve deixarei a partilha de atividades aquáticas realizadas no âmbito do dia mundial da saúde.
Até já!!!
domingo, 8 de abril de 2018
sexta-feira, 12 de maio de 2017
Terapia Ocupacional na água - uma das várias abordagens possíveis
Aqui fica a partilha do link do trabalho desenvolvido pelos Terapeutas Ocupacionais do Centauro Quiron em Murcia
Boas visualizações!
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Avaliar - a base para a intervenção eficaz
Todos sabemos que a base para qualquer processo de reabilitação é a avaliação, mas nem sempre nos lembramos que o mesmo se passa na terapia aquática!
Independentemente da área profissional ou do modelo conceptual, a avaliação da pessoa deve incluir as suas prioridades e competências bem como as suas fragilidades.
Se esta é uma realidade aceite e reconhecida por profissionais e clientes o que se passa em relação à intervenção terapêutica em contexto aquático?
Infelizmente na prática diária não raras vezes deparamo-nos com situações em que é feita uma "avaliação global" da pessoa baseada exclusivamente na observação e sem haver uma estrutura definida a sustentar essa observação.
Também é verdade que alguns terapeutas na tentativa de desenvolver a sua abordagem de forma criteriosa utilizam instrumentos de avaliação, mas por vezes recorrem exclusivamente a instrumentos "de terra" que não são sensíveis aos desafios e particularidades deste contexto de intervenção.
Também é verdade que alguns terapeutas na tentativa de desenvolver a sua abordagem de forma criteriosa utilizam instrumentos de avaliação, mas por vezes recorrem exclusivamente a instrumentos "de terra" que não são sensíveis aos desafios e particularidades deste contexto de intervenção.
Na realidade apesar de já 3m 1952 Mc Millan defender a importância da avaliação recorrendo a instrumentos precisos, ainda hoje continuamos a ter pouco recursos avaliativos específicos para a abordagem em terapia aquática e até mesmo na área da natação adaptada.
Na realidade ao pesquisarmos sobre este tema percebemos que existem apenas três instrumentos com relativa robustez para a avaliar competências e desempenho em contexto aquático, são eles:
- Aquatic Independence Measure (AIM);
- Water
Orientation Test Alyn (WOTA 1 e 2);
- Humphries’ Assessment of Aquatic Readiness (HAAR).
Contudo sabemos que nenhum destes instrumentos está aferido para uma população ou faixa etária,
e que para além disso os critérios de cotação são demasiado livres. O facto de muitos deles não
darem uma percentagem de concretização é um factor que não abona a favor da sua utilidade prática.
Há assim uma nítida necessidade de desenvolver instrumentos de avaliação específicos e que
colmatem as lacunas já identificadas.
domingo, 19 de fevereiro de 2017
Brincar - manipulação da água e na água!
Pois é... a fase da manipulação é uma das mais importantes fases do brincar nos primeiros meses de vida.
Em torno dos 6 - 9 meses o bebé foca-se cada vez mais na exploração, através da manipulação, de tudo o que o rodeia. Desde as migalhas do pão, aos primeiros livros, até aos legos dos irmãos mais velhos!!!
Em contexto de natação adaptada e de terapia aquática os bebés começam por manipular de forma incessante a própria água e os materiais utilizados! O agarrar a água, os "esparguetes" e pranchas é uma constante. Este comportamento repetido permite ao bebé o aprimoramento do sistema táctil, proprioceptivo e visual reforçando substancialmente o controlo do membro superior e a optimização da coordenação óculo - manual.
Posteriormente começam a interessar-se também pelos brinquedos de manipulação disponíveis no espaço aquático, como as torres de argolas, os animais marinhos e domésticos, as peças de alimentação os puzzles de esponja, entre muitos outros.....
Esta riqueza de estímulos e oportunidades de exploração manual enriquece o desenvolvimento das competências motoras, perceptivas e cognitivas do bebé, que se torna cada vez mais crescido e hábil!
Em torno dos 6 - 9 meses o bebé foca-se cada vez mais na exploração, através da manipulação, de tudo o que o rodeia. Desde as migalhas do pão, aos primeiros livros, até aos legos dos irmãos mais velhos!!!
Em contexto de natação adaptada e de terapia aquática os bebés começam por manipular de forma incessante a própria água e os materiais utilizados! O agarrar a água, os "esparguetes" e pranchas é uma constante. Este comportamento repetido permite ao bebé o aprimoramento do sistema táctil, proprioceptivo e visual reforçando substancialmente o controlo do membro superior e a optimização da coordenação óculo - manual.
Posteriormente começam a interessar-se também pelos brinquedos de manipulação disponíveis no espaço aquático, como as torres de argolas, os animais marinhos e domésticos, as peças de alimentação os puzzles de esponja, entre muitos outros.....
Esta riqueza de estímulos e oportunidades de exploração manual enriquece o desenvolvimento das competências motoras, perceptivas e cognitivas do bebé, que se torna cada vez mais crescido e hábil!
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Investigação - Caracterização em Portugal da intervenção da Terapia Ocupacional em Meio Aquático
Bom dia Colegas,
venho mais uma vez apelar à participação dos Terapeutas Ocupacionais no estudo
Caracterização em Portugal da intervenção da Terapia Ocupacional em Meio Aquático
Os resultados obtidos poderão constituir uma mais valia para a consolidação da nossa profissão nesta área de intervenção, sendo por isso fundamental a participação de todos.
Basta preencher o questionário através do link enviado o que não demorará mais de 10 minutos!
https://docs.google.com/forms/ d/e/ 1FAIpQLSfhYUlcthqWkjZX5OVZWPZV eqn8y-3ez-xNZKXfGlnE4vLvJQ/ viewform
Muito obrigada & até breve,
venho mais uma vez apelar à participação dos Terapeutas Ocupacionais no estudo
Caracterização em Portugal da intervenção da Terapia Ocupacional em Meio Aquático
Os resultados obtidos poderão constituir uma mais valia para a consolidação da nossa profissão nesta área de intervenção, sendo por isso fundamental a participação de todos.
Basta preencher o questionário através do link enviado o que não demorará mais de 10 minutos!
https://docs.google.com/forms/
Muito obrigada & até breve,
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
As primeiras formas de brincar ..... como acontecem na água???
As primeiras formas de brincar surgem em torno dos três - quatro meses quando o bebé já consegue controlar alguns dos movimentos do seu corpo.
É nesta altura que surge o brincar exploratório, de carácter predominantemente sensorial. O Bebé tende a explorar todas as modalidade sensoriais quer no seu corpo (com balbucio de diferentes sons, levando as mãos na boca,..... ) quer no meio envolvente (explora os brinquedos que lhe são disponibilizados e tudo o resto que encontra, desde a roupa da cama, às almofadas do sofá, ao papel que embrulha os presentes de Natal!).
Há nesta fase uma riqueza e diversidade de experiências lúdicas fundamentais para o desenvolvimento. Nos bebés com alterações do desenvolvimento estas etapas acontecem muitas vezes de forma diferente... mais tarde, com menor frequência e também com menor eficácia.
A intervenção em contexto aquático, quer em aulas de natação adaptada ou nas sessões de terapia aquática, constituem uma oportunidade para o bebé sentir de forma intensa o seu corpo (atuação da pressão hidrostática e força de impulsão) com informação tátil, propriocetiva e vestibular constante e que lhe vão permitir brincar com o corpo de forma única.
As rotações de 360º, a estimulação de toda a região oral e manual levam a que o bebé intuitivamente brinque com o seu corpo com maior facilidade e eficácia.
Também a exploração do meio envolvente, nomeadamente dos brinquedos, acontece de forma dinâmica isto porque têm de sustentar menos peso corporal, o que permite ter uma maior eficácia motora. Assim muitas vezes interessam-se por brinquedos mais elaborados e que permite alcançar competências mais evoluídas, proporcionando também maior prazer e sentido de eficácia na sua brincadeira ... aquática!!!
E a brincar, a brinca, que fase se seguirá????
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