Pois é... a fase da manipulação é uma das mais importantes fases do brincar nos primeiros meses de vida.
Em torno dos 6 - 9 meses o bebé foca-se cada vez mais na exploração, através da manipulação, de tudo o que o rodeia. Desde as migalhas do pão, aos primeiros livros, até aos legos dos irmãos mais velhos!!!
Em contexto de natação adaptada e de terapia aquática os bebés começam por manipular de forma incessante a própria água e os materiais utilizados! O agarrar a água, os "esparguetes" e pranchas é uma constante. Este comportamento repetido permite ao bebé o aprimoramento do sistema táctil, proprioceptivo e visual reforçando substancialmente o controlo do membro superior e a optimização da coordenação óculo - manual.
Posteriormente começam a interessar-se também pelos brinquedos de manipulação disponíveis no espaço aquático, como as torres de argolas, os animais marinhos e domésticos, as peças de alimentação os puzzles de esponja, entre muitos outros.....
Esta riqueza de estímulos e oportunidades de exploração manual enriquece o desenvolvimento das competências motoras, perceptivas e cognitivas do bebé, que se torna cada vez mais crescido e hábil!
domingo, 19 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Investigação - Caracterização em Portugal da intervenção da Terapia Ocupacional em Meio Aquático
Bom dia Colegas,
venho mais uma vez apelar à participação dos Terapeutas Ocupacionais no estudo
Caracterização em Portugal da intervenção da Terapia Ocupacional em Meio Aquático
Os resultados obtidos poderão constituir uma mais valia para a consolidação da nossa profissão nesta área de intervenção, sendo por isso fundamental a participação de todos.
Basta preencher o questionário através do link enviado o que não demorará mais de 10 minutos!
https://docs.google.com/forms/ d/e/ 1FAIpQLSfhYUlcthqWkjZX5OVZWPZV eqn8y-3ez-xNZKXfGlnE4vLvJQ/ viewform
Muito obrigada & até breve,
venho mais uma vez apelar à participação dos Terapeutas Ocupacionais no estudo
Caracterização em Portugal da intervenção da Terapia Ocupacional em Meio Aquático
Os resultados obtidos poderão constituir uma mais valia para a consolidação da nossa profissão nesta área de intervenção, sendo por isso fundamental a participação de todos.
Basta preencher o questionário através do link enviado o que não demorará mais de 10 minutos!
https://docs.google.com/forms/
Muito obrigada & até breve,
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
As primeiras formas de brincar ..... como acontecem na água???
As primeiras formas de brincar surgem em torno dos três - quatro meses quando o bebé já consegue controlar alguns dos movimentos do seu corpo.
É nesta altura que surge o brincar exploratório, de carácter predominantemente sensorial. O Bebé tende a explorar todas as modalidade sensoriais quer no seu corpo (com balbucio de diferentes sons, levando as mãos na boca,..... ) quer no meio envolvente (explora os brinquedos que lhe são disponibilizados e tudo o resto que encontra, desde a roupa da cama, às almofadas do sofá, ao papel que embrulha os presentes de Natal!).
Há nesta fase uma riqueza e diversidade de experiências lúdicas fundamentais para o desenvolvimento. Nos bebés com alterações do desenvolvimento estas etapas acontecem muitas vezes de forma diferente... mais tarde, com menor frequência e também com menor eficácia.
A intervenção em contexto aquático, quer em aulas de natação adaptada ou nas sessões de terapia aquática, constituem uma oportunidade para o bebé sentir de forma intensa o seu corpo (atuação da pressão hidrostática e força de impulsão) com informação tátil, propriocetiva e vestibular constante e que lhe vão permitir brincar com o corpo de forma única.
As rotações de 360º, a estimulação de toda a região oral e manual levam a que o bebé intuitivamente brinque com o seu corpo com maior facilidade e eficácia.
Também a exploração do meio envolvente, nomeadamente dos brinquedos, acontece de forma dinâmica isto porque têm de sustentar menos peso corporal, o que permite ter uma maior eficácia motora. Assim muitas vezes interessam-se por brinquedos mais elaborados e que permite alcançar competências mais evoluídas, proporcionando também maior prazer e sentido de eficácia na sua brincadeira ... aquática!!!
E a brincar, a brinca, que fase se seguirá????
Atividades aquáticas adaptadas nas alterações do neurodesenvolvimento
Inscrições até 10 de Fevereiro com preços mais baixos!
Mais informações no link:
http://www.passoapasso.pt/?page_id=2493
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Brincar...
À medida que o bebé deixa de ser recém nascido e passa a estar mais horas acordado, a sua principal ocupação, para além de conquistar os seus cuidadores, é... Brincar!!!!
Intuitiva e espontaneamente o bebé começa por brincar com o seu próprio corpo (muito visível pela exploração das mãos, pés e boca) e progressivamente brinca com outros objetos (lúdicos ou do quotidiano).
A participação crescente nesta ocupação tende a desenvolver-se de modo natural e harmonioso de forma a que muitas vezes não lhe atribuímos o devido contributo para o desenvolvimento e aprendizagem.
É sem dúvida através do brincar, seja ele espontâneo ou facilitado pelo adulto, que o bebé adquire novas competências sensório motoras e também as fundações cognitivas que lhe vão permitir crescer de forma saudável.
Mas afinal que "tipos de brincar" existem?
Intuitiva e espontaneamente o bebé começa por brincar com o seu próprio corpo (muito visível pela exploração das mãos, pés e boca) e progressivamente brinca com outros objetos (lúdicos ou do quotidiano).
A participação crescente nesta ocupação tende a desenvolver-se de modo natural e harmonioso de forma a que muitas vezes não lhe atribuímos o devido contributo para o desenvolvimento e aprendizagem.
É sem dúvida através do brincar, seja ele espontâneo ou facilitado pelo adulto, que o bebé adquire novas competências sensório motoras e também as fundações cognitivas que lhe vão permitir crescer de forma saudável.
Mas afinal que "tipos de brincar" existem?
Como podemos estimula-los?
Qual o contributo de cada um deles para o desenvolvimento?
Qual o papel da brincadeira aquática espontânea para a aprendizagem?
Como se pode estimular esta ocupação em contexto de terapia aquática?
Estas e outras perguntas serão os tópicos para os próximos post's!
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Investigação - Caracterização em Portugal da intervenção da Terapia Ocupacional em Meio Aquático
Bom dia Colegas,
a pedido da colega Denise Gomes envio em baixo pedido de colaboração para a investigação
Caracterização em Portugal da intervenção da Terapia Ocupacional em Meio Aquático
Até breve
a pedido da colega Denise Gomes envio em baixo pedido de colaboração para a investigação
Caracterização em Portugal da intervenção da Terapia Ocupacional em Meio Aquático
Até breve
______
Bom dia Caros Colegas
Sou Terapeuta Ocupacional, e estou a desenvolver uma investigação no âmbito da Terapia Ocupacional, sobre a intervenção em meio aquático (em contexto de piscina), com o propósito de dar continuidade ao projecto que desenvolvi no curso de Licenciatura em Terapia Ocupacional.
Desta forma, solicito a colaboração dos Terapeutas Ocupacionais para que respondam ao questionário “Caracterização em Portugal da intervenção da Terapia Ocupacional em Meio Aquático”.
Importa informar que o questionário é direccionado a Terapeutas Ocupacionais, que estejam actualmente a intervir no meio aquático (intervenção directa, supervisão ou formação).
Para tal, basta o preenchimento do questionário no link abaixo indicado.
Todos os dados obtidos através desta investigação são para fins científicos, só terão validade e poderão ser utilizados futuramente por outros colegas se forem representativos da intervenção dos Terapeutas Ocupacionais no meio aquático no nosso país.
O prazo de participação é até ás 24h até 28 de Fevereiro de 2017.
Agradeço desde já a vossa disponibilidade
Cumprimentos
Denise Gomes, Terapeuta Ocupacional
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