quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Conferencia Internacional de Terapia Aquática - 2017

Colegas,

como já partilhado em 15 de setembro a conferência internacional de terapia aquática me 2017 será na Índia.

Já existem mais novidades no site:

ICEBAT India - 2017

Boas pesquisas!

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

New's do México e da Terapia Aquática!

Para os interessados aqui fica o link do youtube com um pequeno video com a reportagem do Congresso de Terapia Aquática do México.

Aquacongress 2016

Parabéns à organização!

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Grupo de Interesse em Terapia Aquática - APTO


Para os colegas, Terapeutas Ocupacionais, interessados na área da Terapia Aquática partilho a informação de a Associação Portuguesa de Terapeutas Ocupacionais tem actualmente a funcionar um grupo de interesse em terapia aquática.


A próxima reunião decorrerá pelas 19 horas de dia 04 de novembro.

os interessados em participar poderão obter mais informações através:

-  do e-mail do grupo:  giterapiaaquatica@gmail.com

- do e-mail da APTO: apto.portugal@gmail.com

- site da APTOhttp://www.ap-to.pt/index.php/apto/grupos-de-interesse


Junte-se ao grupo & bons mergulhos!

Formação


Para os colegas interessados nesta área divulgo a realização da formação


ESPECIALISTA EN HIDROTERAPIA

pela Universidade Castilha La Mancha



Os interessados poderão encontrar mais informações em

ESPECIALISTA EN HIDROTERAPIA

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Hidroterapia & Terapia Aquática: que diferenças e semelhanças????



Não raras vezes alunos, profissionais e clientes me perguntam qual a diferença (e semelhança) entre hidroterapia e terapia aquática.


A boa noticia é que não é só por terras lusas que esta dúvida existe...
na realidade esta discussão (e confusão) existe além fronteiras!
A hidroterapia é o termo mais antigo e que sempre foi utilizado, representando a imersão em água com fins de cura física ou emocional. Por este motivo na hidroterapia a pessoa tem um papel completamente passivo e esta abordagem inclui as atividades terapêuticas realizadas em piscina, em spa, em termas entre outras tipologias de espaços. 
Neste serviço de saúde a tónica é dada à "cura" do cliente que assume um papel inteiramente passivo resultando os benefícios da atividade exclusivamente da imersão. Este termo, embora não represente a maioria das abordagens terapêuticas desenvolvidas em portugal instalou-se no nosso país (bem como me muitos outros) de tal forma que a (pouca) legislação existente  acerca desta área terapêutica  refere-se sempre à hidroterapia.


Mas na realidade o que se faz atualmente com fins terapêuticos em piscina?   


Catalisado pela mudança de paradigma de prestação de cuidados de saúde impulsionado pela classificação internacional de funcionalidade, incapacidade e saúde também a intervenção terapêutica no espaço de piscina mudou significativamente.

Na última década houve um aumento da tónica ativa do cliente o que no meio aquático se reflecte pela realização de atividades funcionais, próximas da ocupação do cliente e que lhe vão permitir ter um melhor desempenho no seu dia - a -dia. Assim é fundamental e exigida a participação ativa do cliente, ainda que em situações especificas possam ser utilizado métodos preparatórios, como a mobilização, o alongamento ou o relaxamento aquático.

A atual terapia aquática baseia- se nos mais recentes conhecimentos das neurociência, da aprendizagem motora e da biomecânica, motivo pelo qual o cliente tem um papel ativo (seja bebé, criança, adulto ou idoso)  e as atividades que realiza são sempre orientadas para os seus objetivos. 

Quando pesquisamos em qualquer fonte credível ( b on, scielo, pubmed,....) é também possível verificar que os autores atuais de maior reconhecimento utilizam o termo terapia aquática, para designar a sua intervenção!

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Ainda sobre a empatia no processo de terapia aquática...


A ida à piscina para a aula de aquazumba permitiu-me identificar alguns desafios que a prática de actividade física em meio aquático podem trazer (o espaço, o grupo, a actividade e o profissional) e levou-me também a reflectir sobre a forma de minimizar esses desafios potencializando o processo terapêutico.

Na minha opinião não existem dúvidas: a principal “chave” para vencer estes desafios é o próprio cliente quando bem orientado pelo profissional que o recebe!

Como em muitas outras áreas da vida, é a relação humana que determina o sucesso do que fazemos.


Assim aqui ficam algumas sugestões para que o terapeuta minimize de forma consciente e sistemática as dificuldades de quem está a iniciar o seu processo terapêutico em meio aquático:






E você que opinião têm em relação a tudo isto?

sábado, 17 de setembro de 2016

E se formos nós os clientes?!?


A empatia é um dos pilares da relação terapêutica. Por norma conseguimos ser tanto mais empáticos quanto melhor percebemos o que o outro está a sentir. Nesta perspetiva não é fácil o terapeuta ser empático com o seu cliente, porque habitualmente (e felizmente!) não temos alterações na participação e independência.

Por isto mesmo senti que seria importante viver de forma reflectida uma experiência de frequentar, como cliente, uma actividade aquática.

Uma actividade diferente, num novo espaço e com um grupo de pessoas desconhecidas. Foi por isto que na passada quinta feira peguei no meu material de piscina e lá fui fazer uma aula de aquazumba!!!



Nesta experiência senti que pode ser particularmente difícil:

- o espaço: desde os balneários ao cais de piscina e de forma ainda mais evidente, o interior da piscina (com as diferenças de profundidade, luminosidade e tipo de piso a ser particularmente desafiantes);

- o grupo: pode não ser fácil partilharmos balneário e chuveiro com pessoas que não conhecemos e imagino que seja ainda mais difícil se estivermos a passar por um processo de patologia;

- a actividade: o sentimento de eficácia é fortemente reforçado (ou não) pela nossa capacidade de realizar bem as actividades com que nos deparamos. Senti enquanto cliente que na piscina e numa actividade nova é tão fácil reforçar negativamente o nosso sentido de eficácia! Os desafios ao movimento e desempenho são múltiplos principalmente quando o espaço é diferente e a actividade aquática trás novas exigências (velocidade, mudanças de direcção, perícia do movimento);

- o profissional que nós recebe: é um elemento determinante que pode ajudar a contornar, ou não, os desafios referidos.

 .... como poderá o  terapeuta ajudar os seus clientes a superar estas situações 

melhorando o seu processo terapêutico em meio aquático???